Augusto Boal

Blog

 

Estreia em 02 de agosto | CCBB-RJ

 

Clique na imagem para aumentá-la.



De 24 a 27 de julho, no Centro de Teatro do Oprimido – CTO, acontece mais uma edição do Seminário Teórico Raízes e Asas I. Ministrado pela Curinga Internacional Bárbara Santos, ele tem como objetivo apresentar os fundamentos básicos para prática do Teatro do Oprimido, preservando sua identidade e legitimidade.
Raízes e Asas é um conjunto de três seminários teóricos que integram o programa KURINGA de qualificação em Teatro do Oprimido, composto por 10 módulos (formação, multiplicação e avaliação) que objetivam conjugar aprofundamento teórico à experimentação prática, discussão abstrata à concretização esclarecedora.
Este programa de qualificação faz parte da pesquisa e do processo de trabalho desenvolvido por praticantes de Teatro do Oprimido da Alemanha, Croácia, Espanha, Escócia, França, Itália e Portugal dentro do projeto “TOgether” que combina aprendizagem e aplicação (teoria e prática) para aperfeiçoar a aplicação do Método nos níveis regional e local.
O programa de qualificação conta com o apoio e a parceria do Centro de Teatro do Oprimido.
No seminário Raízes e Asas I, nos concentramos na abordagem dos conceitos fundadores do Teatro do Oprimido, os quais permitem a análise crítica da prática do Método. O processo de reflexão a ser desenvolvido pretende disponibilizar um arsenal teórico que possa servir de alicerce para a construção de uma práxis coerente.
• Panorama Histórico
A Árvore do Teatro do Oprimido
• Fundamentos Teóricos:
Ética
Solidariedade
Opressão (Oprimido: diferente de Vítima: diferente de Excluído)
• Práxis:
Multiplicação Criativa
Período: de 24 a 27 de Julho de 2012 | Horário: 10h as 18h
Local: Centro de Teatro do Oprimido – CTO
Av. Mem de Sá, 31, Lapa, Rio de Janeiro | Brasil
Inscrições: moniquerodrigues@ctorio.org.br
www.kuringa.org | www.cto.org.br

Aos 93 anos, Antonio Candido explica a sua concepção de socialismo, fala sobre literatura e revela não se interessar por novas obras.
Jornal Brasil de Fato, 12/07/2011.
Clique aqui para acessar a página.

A primeira resposta teatral ao golpe militar de abril de 1964 aconteceu em dezembro do mesmo ano com o Show Opinião, em si mesmo um feito inesquecível, sobretudo se pensarmos no que tinham sido as experiências do nosso teatro épico no Arena e no CPC. Escrito, como as peças do CPC, por um coletivo de autores – primeiro dado relevante –, o espetáculo conta inúmeras histórias ao mesmo tempo, usando como recurso narrativo fundamental a música popular, ao mesmo tempo sujeito e objeto dos relatos (…)

Clique aqui para acessar o texto completo.

 

Clique na imagem para aumentá-la.

Primeiras direções
Quando Augusto Boal chegou ao teatro de Arena em São Paulo, trouxe na bagagem intelectual informações a respeito do naturalismo e de que talvez ninguém por ali tivesse. Como ele mesmo conta, e seu depoimento está no site www.teatroarena.com.br, em sua passagem por Nova York estudara com John Gassner, conhecera o Actor’s Studio e muita coisa da dramaturgia americana moderna. (As demais citações de Boal estão no mesmo depoimento).

Clique aqui para acessar o texto completo.

Acompanhando a montagem de Arena conta Zumbi, com estreia prevista para o dois de agosto no CCBB , publicamos estes textos de Boal e Guarnieri e de Flávio Imperio, cenografo do Arena e membro fundamental do grupo.
No seu texto Flavio nos fala das suas opções estéticas.
Estes textos foram para nos gentilmente cedidos por Vera Hamburger, sobrinha do Flávio e curadora do seu acervo.



    Não há postagens no momento!