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Clique na imagem e ouça o PODCAST desta sexta-feira (10/08) que trouxe como tema a remontagem do ESPETÁCULO CLÁSSICO do Teatro de Arena: ZUMBI.
Convidados: Cecília Boal – Viúva de Augusto Boal e idealizadora do espetáculo; João das Neves – Diretor da peça; Jôse Lopes – Atriz e cantora Allison Salvador- Cantor, compositor, violonista e Ator; Carla Gomes – Atriz e Cantora e Jorge Salomão – Poeta e Agitador Cultural
ARENA CONTA ZUMBI é um espetáculo de Augusto Boal, Gianfrancesco Guarnieri e Edu Lobo, um marco na História do musical brasileiro.
Fonte: Painel da Manhã
Apresentação: Jorge Ramos e Fabiano Albergaria
Produção:Alice Silveira
Colaboração: Alexa Archer, Maurício Schleder e Fabiano Albergaria
Operação de áudio: Bruno Alex e David Costa
Ouça online: http://www.fm94.rj.gov.br/view/popup_player.php
Twitter: www.twitter.com/paineldamanha
E-mail: paineldamanha94fm@gmail.com
Podcast: http://www.podomatic.com/paineldamanha

Trechos e músicas da primeira montagem de Zumbi feita em São Paulo pelo Teatro de Arena.
Clique na imagem acima para acessar a conta do Instituto Augusto Boal no Soundcloud e ter acesso ao set do espetáculo.
TEATRO-JORNAL, DE AUGUSTO BOAL | DOCUMENTOS SOBRE A CENSURA.
Clique na imagem acima para acessar estes documentos, contendo o texto propriamente dito da peça, o parecer do censor e recortes de jornal com notícias.
O Instituto Augusto Boal agradece a Eduardo Campos Lima o envio de todos estes materiais.
Este pequeno texto nasce como o início de uma reflexão minha a respeito das discussões que vêm sendo realizadas na academia a respeito da violência de gênero, mais especificamente a violência conjugal contra a mulher. Nele, tentarei inserir o Teatro do(a) Oprimido(a) como uma ferramenta metodológica de pesquisa e de intervenção social que pode ser utilizada neste debate. Aqui, parto do desejo de problematizar o gênero como algo construído cultural e historicamente e enfatizo seu caráter relacional, em que tanto mulheres como homens participam de sua construção e das relações de poder que dele emanam.
Clique aqui para acessar o texto completo.
Em entrevista à Carta Maior, o documentarista chileno Patrício Guzmán fala sobre o golpe contra Allende e a ditadura de Pinochet. E faz uma apaixonada defesa da memória: “Os países que praticam a memória são mais vívidos, mais criativos, fazem melhores negócios, melhor turismo, são mais distintos. Os países sem memória são anêmicos, não se movem, são conformistas, e caem numa espécie de cultura de sofá, gente que está sentada no sofá assistindo a televisão… E não se movem. Acredito que a memória é um conceito tão importante quanto a circulação do sangue”.
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Clique aqui para acessar a matéria completa.
Fonte: Carta Maior
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