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A Faculdade de Letras da UFRJ realiza entre os dias 12 e 14 de novembro o IX Simpósio de Pós-Graduação em Ciência da Literatura, reverenciando Portinari.
No evento, seminários com a apresentação de pesquisas de mestrandos e doutorandos da PPG em Ciência da Literatura, exposição e convidados como Isabel Pedrosa, Angela Âncora da Luz, Edson Motta e Celia Linhares.

Apresentações fazem parte do esforço de ocupar os espaços públicos com atividades socioculturais, sem chancela oficial, de modo a humanizar a metrópole.
Alunos da 8ª Turma de Formação em Teatro do Oprimido, parte do Projeto de Extensão do Instituto de Artes da Unesp, ocuparam a Praça Roosevelt na cidade de São Paulo, neste sábado, 10 de novembro, e apresentaram o recém nascido Grupo Flutuante de Teatro Fórum.
A praça, que vem se tornando espaço frequente de ocupações socioculturais, recebeu o MOCOTO Movimento Coletivo de Teatro do Oprimido, o Grupo Flutuante de Teatro Fórum, o Grupo de Teatro do Oprimido Putz vai dá m…., e o Sombra nas Nuvens Teatro Participativo.
Intervenções de Teatro Fórum foram realizadas, convidando os espectadores a ocuparem o lugar de protagonistas e apresentarem outras possibilidades em cena. Em seguida atores e público debateram a força ou a ‘mágica’ da possibilidade apresentada pelo espectador.
Boal afirmava que “quem entra em cena tentando transformá-la, se prepara para transformá-la na vida real“.
Participação:
20h – Putz vai da m…
“Você só quer me gratinar” fala da gravidez precoce indesejada . O grupo com muito humor provoca a reflexão e o debate sobre o assunto.
20:30h – Sombra nas Nuvens Teatro Participativo
“Areia Movediça” é uma intervenção que utiliza os princípios de Boal e do Método Laban de dança. Traz à tona a luta de jovens para não sucumbirem à homogeneização que determina a indústria cultural.
21h. Grupo Flutuante de Teatro do Oprimido
A educação machista e a violência do homem contra a mulher são os temas de pesquisa do grupo, que privilegia o corpo em detrimento da palavra, para apresentar o seu Teatro Fórum.
21:30h. MOCOTO – Movimento Coletivo de Teatro do Oprimido.
Fala da sua experiência em debater com a sociedade, a partir do teatro, a situação das mulheres encarceradas que são obrigadas a dar à luz algemadas em uma cama da maternidade.

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O dramaturgo Augusto Boal, diretor da peça ‘Fedra’, no Teatro Arena, em fevereiro de 1986 (Foto: Paulo Marcos )
O diretor e dramaturgo Augusto Boal será o grande homenageado do Sesc Pompeia em novembro.
A unidade da zona oeste receberá atividades variadas que contam um pouco da tragetória pessoal, profissional e política do líder do Teatro de Arena de São Paulo. Boal (1931-2009) criou o Teatro do Oprimido, metodologia que alia teatro à ação social, e influenciou a criação artística de muitos profissionais da dramaturgia dos últimos anos.
Com curadoria de Sérgio de Carvalho (fundador da Companhia do Latão), de Cecilia Boal e do Sesc, a ação Pompeia Conta Boal é formada por um conjunto de encontros artístico-pedagógicos que apresentam o trabalho de Augusto Boal.
A homenagem começa no dia 13/11, com leitura dramática, e segue até o fim do mês, sempre no Sesc Pompeia.
Leia a reportagem completa aqui.
POMPEIA CONTA BOAL homenageia e resgata a relevância artística e social do diretor e dramaturgo Augusto Boal (1931-2009). Maior liderança do Teatro de Arena de São Paulo nos anos 1960, Boal criou o Teatro do Oprimido, metodologia internacionalmente conhecida que alia teatro à ação social, e influenciou fortemente a criação artística de muitos profissionais da dramaturgia, atuação e cenário sociocultural dos últimos anos. A iniciativa deseja dar enfoque à sua inegável contribuição para as discussões estéticas e conceituais da sociedade brasileira na segunda metade do século 20 e suas reverberações para a atual produção cultural no país. Com curadoria de Sérgio de Carvalho (pesquisador e fundador da Companhia do Latão), Cecilia Boal e SESC, a ação é formada por um conjunto de encontros artístico-pedagógicos capazes de apresentar, em perspectiva histórica e contemporânea, o trabalho de Augusto Boal a partir dos temas Dramaturgia e Pedagogia da Dramaturgia, Reflexão sobre Atuação, Relação entre Teatro e Música e Teoria e Prática do Teatro do Oprimido.
Espetáculos
Zumbi
Dia(s) 16/11, 17/11, 18/11, 23/11, 24/11, 25/11, 30/11, 01/12, 02/12, 07/12, 08/12, 09/12 Sextas e sábados, às 21h. Domingos e feriados, às 19h
Escrita na época da Ditadura Militar por Augusto Boal e Gianfrancesco Guarnieri, Arena Conta Zumbi trata da luta dos Qui… [leia mais]
Especial
Revolução na América do Sul
Dia(s) 13/11 Terça, às 21h.
Leitura cênica do texto de Augusto Boal. Direção de Sérgio de Carvalho (Companhia do Latão). Com Companhia do Latão e Co… [leia mais]
Arena Conta Bolívar
Dia(s) 14/11 Quarta, às 21h.
Leitura cênica com a Companhia São Jorge de Variedades. Direção: Georgette Fadel. Participantes convidados: Jairo Arco e… [leia mais]
Teoria e Prática do Seminário de Dramaturgia do Arena: a utilidade da dialética
Dia(s) 15/11 Quinta, às 19h.
Palestra com os dramaturgos Lauro César Muniz, Chico de Assis e Benedito Ruy Barbosa. Mediação de Sérgio de Carvalho. Te… [leia mais]
Opinião de Boal
Dia(s) 17/11 Sábado, às 18h.
Leitura cênica a partir de escritos ficcionais e teóricos em torno de Feira Paulista de Opinião. Com Milton Gonçalves, … [leia mais]
Boal, Cultura e Política
Dia(s) 22/11 Quinta, às 21h.
A partir de trechos de filmes, o escritor Izaías Almada, a professora Maria Sílvia Betti e o diretor teatral João das Ne… [leia mais]
Hamlet e O Filho do Padeiro
Dia(s) 23/11 Sexta, às 19h.
Leitura cênica a partir do livro autobiográfico de Augusto Boal. Com Lima Duarte. Direção de Sérgio de Carvalho. Músic… [leia mais]
Boal e a arte do ator: entre ser e não ser
Dia(s) 24/11 Sábado, às 19h.
Demonstração de técnicas dos laboratórios de atuação e de jogos para atores e não atores seguida de conversa com palestr… [leia mais]
Debate e Cenas de Torquemada e A Exceção e a Regra
Dia(s) 28/11 Quarta-feira, 21h
Apresentação de cenas das obras teatrais Torquemada, direção de Kelly diBertolli, e A Exceção e A Regra, com Sergio Audi… [leia mais]
Mostra de Filmes sobre Teatro do Oprimido
Dia(s) 28/11 Quarta, às 19h.
Exibição de trabalhos de Zelito Vianna, Fabian Boal e Nina Simões Após a sessão, palestra com Geo Britto, do Centro de … [leia mais]Especial
Cultura e Política Hoje
Dia(s) 29/11 Quinta, às 21h.
Debate com Paulo Arantes e José Antônio Pasta. Espaço Cênico. Mediação: Priscila Matsunaga, Universidade Federal do Rio … [leia mais]
Mostra de Filmes e debate sobre Teatro do Oprimido
Dia(s) 29/11 Quinta, às 19h.
Trabalhos de Joana Carneiro da Cunha (Um teatro em campanha, sobre Jana Sanskrit), Teatro Invisível na Bélgica e Meu mar… [leia mais]
Marcha Boal
Dia(s) 01/12 Sábado, às 19h30.
Batuque e cortejo em homenagem realizada pelos grupos Brava Companhia, Companhia Antropofágica e Grupo de Teatro do Opri… [leia mais]
Workshops
Teatro do Oprimido
Dia(s) 29/11, 30/11, 01/12 Quinta e sexta, das 14h às 18h. Sábado, das 10h às 15h.
Oficina a partir dos variados conceitos e proposições do Teatro do Oprimido. Com Julian Boal, pesquisador teatral ligado… [leia mais]
Demonstração
Teatro Jornal
Dia(s) 21/11 Quarta, às 19h.
Demonstração das nove técnicas de Teatro Jornal com utilização do noticiário atual. Com a Companhia do Feijão. Direção d… [leia mais]
Teoria e Prática do Teatro do Oprimido
Dia(s) 01/12 Sábado, às 17h.
Apresentação de processo resultante da Oficina de Teatro do Oprimido, realizado pelo pesquisador teatral ligado ao Teatr… [leia mais]
Shows
Cancioneiro de Boal
De 13/12 a 14/12. Quinta e sexta-feira, às 21h
A partir de músicas dos shows e espetáculos dirigidos por Augusto Boal, Cancioneiro de Boal repassa uma fase muito impor… [leia mais]
TEATRO DO OPRIMIDO TOMA A PRAÇA ROOSEVELT, NESTE SÁBADO
Apresentação pública de encerramento da 8ª Turma de Formação em Teatro do Oprimido do IA UNESP

Depois de quatro anos de atividades, com aproximadamente 150 formandos, o GTO IA UNESP e seu Curso de Formação em Teatro do Oprimido, encerra as atividades com a apresentação da 8ª turma, que acontecerá na Praça Roosevelt, neste sábado,(10/11/2012) às 20 h.
O Grupo Flutuante de Teatro do Oprimido em ” Cê vai Estourar? “, mostra a partir das técnicas de Boal, espetáculo, que fala da violência contra mulheres, na sociedae em geral e no âmbito famliar.
No espetáculo, sem diálogos, o grupo convida o público a intervir nas cenas, provocando o debate sobre as alternativas trazidas pelos espectadores.
Estarão presentes, também o MOCOTÓ – Movimento Coletivo de Teatro do Oprimido, grupo em atividade e que surgiu durante a 6ª turma de formação, o Grupo de Teatro do Oprimido Putz vai dar m…, e o Sombra nas Nuvens Grupo de Teatro Fórum, estes grupos de jovens que também se utilizam método desenvolvido por Augusto Boal.
Encerramento da 8ª Turma de Formação emTécnicas do Teatro do Oprimido.Projeto de Extensão do IA UNESP
Gupo Flutuante de Teatro do Oprimido
em: “Cê vai estourar?”
Praça Roosevelt
Sábado 20 h.
GRÁTIS
Direção: Armindo R.Pinto
Coordenação Profa. Dra. Carminda Mendes André
La relación de las salas teatrales en Buenos Aires con los distintos niveles de organización de gobierno, estuvieron signadas por dificultades desde sus lejanos inicios. Los permisos demorados del Cabildo a las obras a estrenar en el Teatro de la Ranchería o el Coliseo Provisional, las necesidades de dar respuesta desde lo ideológico en las programaciones, de acuerdo a los sectores de turno en poder, fueron moneda corriente en el siglo XIX. Censura, “Tribunales de buen gusto”, presiones embozadas o directas, ennegrecían la independencia de las propuestas escénicas, tornándola imposible. El propio virrey Vértiz, promotor de la primera Casa de Comedias estable en la ciudad, aceptaba que las obras que se llevaran a escena fueran censuradas, con el objetivo de que se purificaran “de cuantos defectos pueden corromper la juventud y servir de escándalo al pueblo y que se revisen antes las comedias y se quite de ellas toda expresión inhonesta o cualquier pasaje que pueda mirarse con este aspecto.” El incendio, posiblemente provocado por sectores reaccionarios vinculados a los poderes eclesiásticos locales, privó a Buenos Aires de su única sala. El primer periódico de la capital del Virreinato del Río de la Plata, el Telégrafo Mercantil, señalaba en su edición del 19 de septiembre de 1801: “¿Y es creíble que una Capital populosa, fina, rica, y mercantil carezca de un establecimiento donde se reciben las mejores lecciones del buen gusto, y de una escuela de costumbres para todas las clases de la sociedad: fuente deliciosa de primores y encantos, sin que el copioso número de generosos patriotas arbitre un robusto fondo gratuito para su perfecta y culta erección en los días de un Gobierno feliz y protector? La falta de teatros, dice un Sabio, que es el mas feo y fastidioso olor que puede enviar la rudeza de los pueblos.”
Clique aqui para acessar o texto completo.
No dia 16 de março de 2011, Augusto Boal completaria 80 anos. Assista aqui os melhores momentos dessa homenagem!
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=pwhc8pIuX1Q&w=560&h=315]
Procurando textos para “Pompeia conta Boal”, que estreia no dia 13 de novembro em São Paulo , encontrei este , escrito em espanhol , na época em que havia em Argentina um ministro de Economia de triste memória chamado Cavallo.
Cavalo em espanhol se escreve caballo, com b, por tanto esse ministro não era um cavalo mas nem por isso deixava de ser uma besta. Eu pessoalmente gosto muito de cavalos, como alias a maioria dos argentinos e acho muito injusto para com eles que tenham que ser confundidos com bestas ou com ministros de economia.
O señor Leonardo, mencionado neste escrito, era o meu pai.
Cecilia


Varios de los antiguos teatros porteños estaban diseñados generosamente para albergar espectáculos de distintos géneros, incluyendo, claro, al circense. Se les daba a esas salas entre otros el nombre de “politeamas”. Esta foto de 1897 del Teatro San Martín muestra esa disposición hoy curiosa, con platea a dos frentes, uno de ellos montado sobre el propio escenario.
Cada vez que me siento frente a un escenario a la italiana y su formalidad apolilladita, y emprendo otra vez el esfuerzo amable de intentar creer en ese pacto que nos propone, de hacer de cuenta que sus patas y bambalinas y telones son otra cosa que un trapo negro, pienso en qué revolucionario sería hoy para hacerlos contemporáneos volver a algo así de viejo.
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O diretor e dramaturgo Augusto Boal será o grande homenageado do Sesc Pompeia em novembro.