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Dos de los acólitos formados en el sindicato de panaderos de Rosario se destacaron en sus largos recorridos por los montes del norte de Santa Fe y Chaco. Se trata de Isidro Vega y Valiente Gutman. Vega había trabajado parte de su juventud como linotipista y con sus conocimientos fue un impulsor del uso del boletín y, cuando los medios lo permitían, del periódico. Sentía a la palabra escrita como un triple compromiso militante, que involucraba al que la escribía, al impresor y al osado distribuidor. En muchas ocasiones, estas tareas tan especializadas y segmentadas en las propuestas burguesas estaban en manos de una misma persona. La circulación del material en épocas o zonas de riesgo (por la represión
creciente) demandaba prácticas sostenidas en el sigilo y la simulación. Los espacios de encuentro en los que se realizaba el trueque de periódicos o volantes eran públicos y ante cualquier peligro detectado, la operación se abortaba. Pero estas dificultades no eran capaces de disminuir la pasión de
los libertarios por expresar sus ideas en tinta y papel. Vega era un fiel exponente de esta tozudez positiva, capaz de dedicarle días a la redacción de sus artículos y a diseñar canales para que los mismos fueran leídos por el mayor número posible de adherentes al movimiento.
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Programa da peça I Feira Paulista de Opinião (5 de junho de 1968).
Transcrito de uma cópia mimeografada do Acervo Augusto Boal.
Os reacionários procuram sempre, a qualquer pretexto, dividir a
esquerda. A luta que deve ser conduzida contra eles é ás vezes, por eles conduzida no seio da própria esquerda. Por isso, nós – festivos sérios ou sizudos – devemos nos precaver. Nós que, em diferentes graus desejamos modificações radicais na arte e na sociedade, devemos evitar que diferenças táticas de cada grupo artístico se transformam numa estratégia global suicida.
O que os reacionários desejam é ver a esquerda transformada em saco de gatos; desejam que a esquerda se derrote a si mesma. Contra isso devemos todos reagir: temos o dever de impedi-lo.
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Izaías Almada, companheiro de Augusto Boal no Teatro de Arena e também na cela do presídio Tiradentes, tem o projeto de escrever uma biografia de Boal, da qual postamos aqui o “roteiro”.
Izaías Almada, escritor, dramaturgo e roteirista, tendo iniciado seu trabalho em teatro com Augusto Boal no Teatro de Arena em 1964.
Ganhou o prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos com a peça UMA QUESTÃO DE IMAGEM. Escreveu, entre outros, o livro TEATRO DE ARENA: Uma Estética de Resistência, publicado pela Editora Boitempo.
Clique aqui para acessar a monografia apresentada ao PROAC nº 28 – Pesquisa em Artes Cênicas, intitulada “BOAL: Embaixador do teatro brasileiro”.
No contexto do evento do SESC foi confeccionado um catálogo, para o qual a professora Priscila Matsunaga, da UFRJ, escreveu este texto abaixo.
Em sua autobiografia, Hamlet e o filho do padeiro, lançada no Brasil em 2000, Augusto Boal divide parte de sua vida em períodos de quinze anos: quinze no Teatro de Arena, quinze no exílio, quinze de volta ao Brasil. Naquele momento, Boal se preparava para um novo caminho teatral, a Sambópera, revelando o permanente interesse na problematização dos cânones teatrais.
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Parte do projeto Pompeia conta Boal, a palestra “Teoria e Prática do Seminário de Dramaturgia do Arena: a utilidade da dialética”, reuniu mestres do Teatro de Arena, nesse dia 15 de novembro, para reverenciar Augusto Boal.
Com mediação de Sergio de Carvalho, o público presente pôde ouvir e participar de debate com os dramaturgos Lauro César Muniz, Chico de Assis e Benedito Ruy Barbosa.

Da esquerda para direita estão Cecilia T. Boal, Benedito Ruy Barbosa, Sergio de Carvalho, Lauro Cesar Muniz e Chico de Assis.

Encontro com Rodrigo Bolzan, Isabel Teixeira, Milton Gonçalves, Danilo Grangheia, Cecilia T. Boal e Marco Antonio Rodrigues.
As leituras fazem parte da homenagem a Augusto Boal, que acontece até o dia 14 de dezembro, no Sesc Pompeia, São Paulo.
“Mais do que homenagear, o objetivo é trazer o trabalho de Boal como uma ferramenta de trabalho para os artistas de hoje”, diz Sergio de Carvalho, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

Leia matéria publicada no site do Estadão: “Ciclo de peças e debates festeja legado de Augusto Boal”.
Aqui, “Série de leituras e dabates em SP recupera obra de Augusto Boal”.
Por Eduardo Campos Lima
“Figura fundamental para o teatro moderno brasileiro, Boal começou a atuar como diretor do Teatro de Arena de São Paulo em 1956, logo após voltar de uma temporada de estudos nos Estados Unidos. O coletivo acabara de incorporar os jovens e politizados atores do Teatro Paulista do Estudante (TPE) – entre eles Gianfrancesco Guarnieri e Oduvaldo Vianna Filho – e, com a entrada de Boal, assume como tarefa a busca de novas formas artísticas para tratar de temas sociais e políticos. “
Confira o texto completo aqui.
Com a curadoria de Sergio de Carvalho, diretor da Companhia do Latão, e de Cecilia Boal, diretora do Instituto Augusto Boal, começa hoje no Sesc Pompeia uma programação que homenageia e revive a obra do autor e diretor teatral Augusto Boal.
Espetáculos teatrais, leituras cênicas, mostra de filmes, shows, workshops e debates contam com a participação de nomes como Lima Duarte, Lauro César Muniz, Benedito Ruy Barbosa, Chico de Assis e Julian Boal.
Confira toda a programação aqui.

Augusto Boal era formado em Engenharia Química pela UFRJ e tinha muito orgulho disso. A UFRJ acolheu o acervo do Boal, hoje na biblioteca da Faculdade de Letras. Essa foi e é a sua casa.
Em defesa da UFRJ pública, democrática, gratuita, de qualidade e transparente
“A UFRJ foi procurada na última quarta-feira pela produção do programa “Fantástico” da Rede Globo de Televisão para se pronunciar a respeito de três pontos: 1.“relatório da Controladoria Geral da União (CGU) sobre desvios de verba na UFRJ desde 2007”; 2.“segundo o relatório, valores pagos, nos últimos cinco anos, pelo Banco do Brasil à UFRJ não entraram no orçamento da Universidade?” e 3. “o Fantástico visitou o alojamento universitário, o Hospital Universitário Clementino Fraga e o Hospital Escola São Francisco de Assis e registrou o mau estado de conservação dessas três unidades. O que causou essa situação?”
A Universidade refuta qualquer insinuação que tenha havido desvio de recursos públicos e repudia a relação entre as supostas irregularidades com o estado precário de algumas de suas instalações. Ainda que tenha estranhado o rol das perguntas, a UFRJ respondeu as questões encaminhadas no sábado, 10 de novembro.
Desde sexta-feira, 09 de novembro, a emissora iniciou a veiculação de chamadas de cunho sensacionalista. Na iminência desse tipo de abordagem na matéria atacar a credibilidade de uma das mais importantes instituições de ensino, pesquisa e extensão do país e, Independentemente do conteúdo do que será veiculado no programa de domingo; a UFRJ sente-se no dever de declarar que nada tem a esconder e está – como sempre esteve – aberta à sociedade brasileira para quaisquer esclarecimentos.”
Assina, Reitoria da UFRJ.
Clique aqui para ver a íntegra das respostas ao email da TV Globo.
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