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Faltan palabras…
El trabajo de Bread and Puppet Theatre es indescriptible. Pregúntenle a los de Y no había luz que pasaron unas semanas con ellos en su finca de Vermont el verano pasado. Pregúntenle a Pedro Adorno y Cathy Vigo que trabajaron dos intensos años con el grupo y que portan y reconocen su indeleble marca. Pregúntenle a los alrededor de trescientos boricuas que los han visitado. Sus relatos no son suficientes para explicar el asombro ante la inmensidad del proyecto de pan y muñecos que ahora cumple cincuenta años.
Sin cuenta es la cantidad de enormes títeres y objetos de cartón piedra, los miles de titiriteros que se multiplican cada año y que se suman en cada continente durante los talleres y espectáculos que realizan, los innumerables actos poéticos y políticos en los cuales vuelan pájaros blancos de paz sobre dioses trepados en zancos. Son responsables de la proliferación del oficio del zanquero en Puerto Rico. Pregúntenle a Pati Hernández que dio los primeros talleres en 1987.Su incansable director, Peter Schumann casi llega a los ochenta sobre los suyos de 12 pies de alto.
La noche les sirve de sabana. El paisaje es su escenografía, la luz del sol ilumina el circo y durante el crepúsculo matiza los autos sacramentales. Las nubes y las montañas del campo paren hermanas de cartón para salpicar la vieja cantera de piedra y el bosque que son sus tarimas. Miles peregrinan a ver sus montajes con repartos multitudinarios.
Comenzaron ligados al Puerto Rico de Nueva York en los años sesenta, haciendo procesiones y paradas con objetos y máscaras de gran escala por las calles del Loizaida para defender los derechos de los inquilinos y luchar contra la guerra de Viet Nam.
Schumann, alemán radicado en Estados Unidos, continúa moldeando el centeno y el barro para producir el pan y el papel maché con la misma fuerza y cadencia que en sus inicios. Su gesto dio a luz el Bread, con un pie de centeno traído de su Silesia natal y los Puppets hechos con quién sabe qué engrudo de harina. El Bread and Puppet Theatre marcó la historia del teatro nuestro, junto al Teatro Campesino, al San Francisco Mime Troupe, al Living Theatre, al Teatro Experimental de Cali, al Teatro del Oprimido y al Tajo del Alacrán.
Luego, Schumann abandonó el bullicio de la ciudad para establecerse junto a su familia en el Campus de Goddard Collage y más tarde en la finca que adquirió su esposa Elka en el Northern Kingdom de Vermont.
Los conocí en el 1979 en un encuentro de teatreros latinoamericanos en Conneticut. Me invitaron a visitarlos en 1981. Desde entonces volví muchas veces junto a cientos de teatreros puertorriqueños. Nos visitaron en 1985 para hacer un monumental espectáculo en los terrenos del Morro y en el Campus de la UPR Cayey. Fueron al Carnaval de Ponce. Volvieron en 1987 para hacer con 60 estudiantes de Cayey, Río Piedras y Humacao La pasión y muerte de Adolfina Villanueva. La presentaron en Piñones. Montaron el Diagonal Man con estudiantes de la High de la UPR. Schumann regresó a Puerto Rico para rendirle homenaje a la casa quemada de Martorell pintando un mural gigantesco en la pared y dirigiendo una cantahistoria. Su más reciente visita fue a la Maestría en Gestión Cultural en 2010, donde realizó otra cantahistoria y una conferencia con violín a favor de la lucha palestina. Pasó por el Teatro Yerbabruja y conoció a Deborah Hunt.
Nos unen lazos muy profundos con Bread and Puppet. Pregúntenle a Los Serenos y a Los Luceros. Por eso, celebramos sus años Sin Cuenta. Aunque nos falten palabras, les estamos muy agradecidos. Les queremos y admiramos mucho.
Rosa Luisa Márquez, aprendiz del B&P
Para la Titiretada, marzo, 2013
COLETIVO RJ MEMÓRIA, VERDADE e JUSTIÇA
e
INSTITUTO AUGUSTO BOAL
NO DIA INTERNACIONAL PELO DIREITO À VERDADE
SOBRE AS GRAVES VIOLAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS
promovem ATO PÚBLICO
Domingo 24 de março de 2013 – das 16h às 18h30
Praça São Salvador, Laranjeiras, Rio de Janeiro – RJ
Foto tirada após a manifestação ‘Nós Não Esquecemos!’,
Realizada pela Articulação Estadual pela Verdade, Memória e Justiça RJ
PRÉDIO DA POLÍCIA CENTRAL (EX-DOPS RJ), MARÇO 2012
PRESENÇAS CONFIRMADAS:
Grande Cia Brasileira de Mysterios e Novidades
atrizes e atores, músicas e músicos,
integrantes da Comissão Nacional da Verdade
integrante da Comissão Estadual da Verdade RJ
várias organizações de Direitos Humanos
e você conosco!
Conferência sobre Teatro do Oprimido em Barcelona
O GTO Maputo é uma das maiores companhias de Teatro do Oprimido na Africa. Ativa em todo país, congrega pouco mais de 3.000 praticantes, espalhados por mais de 120 grupos em 93 distritos moçambicanos. Estes grupos atuam em diferentes frentes de mobilização social, como edução, saúde, meio ambiente, governabilidade e cidadania, acesso à informação e prestação de contas, direitos de mulheres e crianças, entre outras áreas do interesse comunitário.
A pesada chuva de Janeiro, na cidade de Maputo, destruiu completamente a capacidade operacional destes grupos e do GTO Maputo. Todo arquivo de áudio e vídeo, mesas de escritório, computadores, estantes e vários documentos incluindo pesquisas e relatos das atividades, foram completamente destruídos.
Não temos mais condições de continuar com nossas atividades, diz Alvim Cossa, um dos principais líderes do grupo. ” Temos desenvolvido teatro, por 12 anos, ao redor do país, através de artes e cultura, com forte ênfase em linguagens de Teatro Interativo, para uma reflexão combinada e uma busca coletiva de alternativas para vários problemas que a comunidade enfrenta bem como a troca de idéias e opiniões. Agora, nossas ações têm sido abruptamente interrompidas.”
O GTO Maputo precisa de ajuda . Por favor, contribua com doações financeiras através do blog do GTO. Você encontra as indicações no link que segue . Espalhem a notícia. Para que o GTO possa funcionar o quanto antes. Obrigado a todos e todas!
http://gtomaputoaid.blogspot.com.br/2013/02/donation-welcome.html?spref=fb

Teatro do Oprimido na luta contra a violência de gênero, por Alvim Cossa
Sábado, 8 de dezembro, o Grupo do Teatro do Oprimido-Maputo participou da abertura da Marcha dos Homens pela Paz e contra a violência de Gênero. A marcha, convocada pela organização Homens pela Mudança – HOPEM, acontece no contexto dos 16 dias de ativismo contra a violência de gênero, que mobilizam ativistas e organizações do mundo inteiro no período que vai de 25 de novembro, Dia Internacional de Combate a Violência contra a Mulher, até o dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.
A marcha contou com o apoio da ONU Mulheres. O Grupo do TdO apresentou duas peças sobre a violência contra a mulher que contaram com uma forte participação do público e foram muito bem recebidas. O impacto foi forte, mostrando a todos que é possível mudar essa realidade e as atitudes dos homens em relação à violência contra a mulher.
A Marcha pela Paz que seguiu a apresentação reuniu cerca de mil pessoas, homens e mulheres, pelas ruas de Maputo com o objetivo de conscientizar as populações, sobretudo os homens, sobre a urgência de lutar contra um mal que afeta cerca de 55% das mulheres em Moçambique. O objetivo é uma melhor implementação da lei de 2009 contra a violência doméstica.
Esse evento, abre perspectivas para uma parceria permanente entre o GTO-Maputo e a ONU Mulheres na mobilização pela igualdade de gênero e o empoderamento da mulher em Moçambique.
(*) Alvim Cossa é Coordenador Geral do GTO-Maputo.
A equipe de curadoria do projeto Pompeia Conta Boal festeja o grande êxito da iniciativa, celebrando o encerramento das atividades. Após o show Cancioneiro Boal, com Tom Zé, Zezé Motta e Juçara Marçal, um brinde no hall do teatro selou essa importante atividade cultural em território paulista.
Conheça a experiência do Teatro do Oprimido em Moçambique, por Valerie Campos Mello* e Alvim Cossa
No sábado dia 8 de dezembro o grupo do Teatro do Oprimido de Maputo participou da abertura da Marcha dos Homens pela Paz e Contra a Violência de Gênero. A marcha, convocada pela organização Homens pela Mudança – HOPEM – acontece no contexto dos 16 dias de ativismo contra a violência de gênero, que mobilizam ativistas e organizações do mundo inteiro no período que vai de 25 de novembro, Dia Internacional de Combate a Violência Contra a Mulher, até o dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.
A marcha contou com o apoio da Onu Mulheres. O Grupo do TdO- Maputo apresentou duas peças sobre a violência contra a mulher que contaram com uma forte participação do público e foram muito bem recebidas. O impacto foi forte, mostrando a todos que ‘e possível mudar essa realidade e as atitudes dos homens em relação a violência contra a mulher.
A Marcha pela Paz que seguiu a apresentação reuniu cerca de 1.000 pessoas, homens e mulheres, pelas ruas de Maputo com o objetivo de conscientizar as populações, sobretudo os homens, sobre a urgência de lutar contra um mal que afeta cerca de 55% das mulheres em Moçambique. O objetivo ‘e uma melhor implementação da lei de 2009 contra a violência doméstica.
Após esse evento, espera-se uma parceria permanente entre o TdO- Maputo e a Onu Mulheres na mobilização pela igualdade de gênero e o empoderamento da mulher em Moçambique.
(*) Mestre e doutora em Ciência Política. Fez carreira nas Nações Unidas na área de diplomacia preventiva, prevenção de conflitos e missões políticas em vários países da Africa. Desde Agosto 2012 é representante da Onu Mulheres em Mocambique, com o mandato de promover a igualdade de gênero, a participação política e empoderamento econômico das mulheres.
(*) José Soeiro é sociólogo e curinga de Teatro do Oprimido. Trabalhou utilizando TO em diferentes coletividades. Coordenou o primeiro projeto de Teatro Legislativo em Portugal, “Estudantes por Empréstimo”. Foi deputado na Assembleia da República entre 2008 e 2011, um autores da atual lei da identidade de gênero. Dirigente da cooperativa cultural CULTRA, é o responsável pela edição portuguesa da revista Transform!
Os amigos e sempre companheiros do Teatro União e Olho Vivo estreiam espetáculo e homenageiam Augusto Boal.

No terreno onde se encontra o teatro, a Praça Augusto Boal

Na foto, Cesar Vieira diretor do TUOV entrega um livro para Cecilia Boal
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