Augusto Boal

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Murro nota do programa 1ra montagem

Murro , carta elenco

Por Gustavo Ott
(a propósito de la visita de Mario Vargas Llosa a Caracas)
Hace un par de años, en Paris, conocí al poeta, hombre de teatro y Premio Nobel de Literatura, Derek Walcott. Fue mi primer encuentro con un Nobel y desde que supe que coincidiríamos en una conferencia y en un par de tertulias, me entró cierto pánico. No sé; lo del Nobel me preocupaba. ¿Cómo debía comportarme frente a él? Yo, un escritor menos Nobel, mucho menos Nobel que él.
Decidí entonces que si la discusión derivaba sobre los temas de siempre para estos latinoamericanos sin fronteras; el poder, la economía, y sus ideologías, pues yo debía bajar la cabeza y aceptar que, por Nobel, sus opiniones estarían muy, pero muy por encima de las mías. Y que yo, lo mejor que podía hacer, era oírlo, asentir con la cabeza y, no dejar de tomarme una foto con él. (mais…)

Seu João Bolinha, vendedor ambulante que encanta as crianças com suas bolinhas de sabão (Nova Holanda, Maré, 2008 - foto de Af Rodrigues/Imagens do Povo)

Seu João Bolinha, vendedor ambulante que encanta as crianças com suas bolinhas de sabão (Nova Holanda, Maré, 2008 – foto de Af Rodrigues/Imagens do Povo)


Reportagem de Renata Silver, publicada na Revista do Brasil, conta a história do projeto Imagens do Povo, iniciado em 2004 pelo fotógrafo João Roberto Ripper no complexo de favelas da Maré, no Rio de Janeiro.
O programa, que completa 10 anos em maio, já formou gratuitamente 200 fotógrafos – principalmente jovens moradores da periferia. Ao colocar as câmeras nas mãos dos alunos e estimular que fotografem sua própria vizinhança, o projeto Imagens do Povo traça um caminho que se liga aos princípios da atuação do teatrólogo Augusto Boal.
Confira a matéria completa a seguir. (mais…)

Mais um texto de nosso colaborador, Carlos Fos, agora sobre o titereiro José Diaz.
José Díaz un titiritero anarquista sin escenarios fijos

No próximo sábado (26/04), será apresentada no Rio de Janeiro a autobiografia de Augusto Boal, Hamlet e o Filho do Padeiro – Memórias Imaginadas. Numa Ciro fará a leitura do capítulo Casar era Indispensável (abaixo), em que Boal narra a história do casamento de seus pais.
Será às 16h, na porta do DOPS, como atividade do Movimento Ocupa DOPS.
CASAR ERA INDISPENSÁVEL
Albertina caçula tinha 24 anos e muitos mais pretendentes. Bonita – não digo por filho, há testemunhas: era bela! De Justes e até de Vila Real chegavam pedidos de casamento, mas as responsabilidades da moça eram maiores do que o desejo de se casar. Dizia-se que já estava passando da idade. Que pena: ela, que não era corcunda nem feia, prendada, boa saúde, sabia ler e escrever e nunca errava nas contas, trabalhadora, logo ela corria o risco de ficar pra tia. (mais…)

Texto de Walter Salles,  membro do conselho do Instituto Augusto Boal, para o livro Hamlet e o filho do padeiro, recém publicado. texto walter salles 01

Em 1978, ainda no exílio na Europa, Augusto Boal aguardava a primeira encenação de sua peça Murro em Ponta de Faca
Após receber um telefonema dos artistas envolvidos na montagem – que foi realizada pela companhia Othon Bastos Produções Artísticas – ele enviou uma carta ao diretor, Paulo José. Boal temia que alguns elementos do texto só pudessem ser compreendidos por outros exilados. Na mensagem, ele demonstra satisfação por descobrir que os atores não tiveram dificuldades.
A Carta a Paulo José (clique para visualizá-la) foi incluída no programa da peça.

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