Augusto Boal

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Companheirxs,
É com prazer que convidamos todxs para mais uma ocupação cultural em frente ao prédio onde funcionou o Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), na Rua da Relação, 40 – Centro. Será no próximo sábado, dia 09 de agosto, a partir das 16 horas.
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Em carta de 12 de maio de 1976, Augusto Boal, então exilado na Argentina, contava a Chico Buarque que conseguira finalmente vencer uma batalha contra o governo ditatorial brasileiro, que até então não havia renovado seu passaporte. Veja o documento.
Carta a Chico

Mais um texto achado nos guardados, um velho Pasquim amarelado e sem a possibilidade de se ver a data!
Porém o conto é delicioso, forte, engraçado, irônico, como  a maioria dos textos de Boal.
Publicamos agora para  compartilhar com vocês!
Conto - Pasquim

Ementa: Introdução ao trabalho de escrita para teatro épico-dialético, a partir de estudo de modelos de peças clássicas e modernas. Haverá exercícios práticos de escrita individual e coletiva. Destinada a artistas, pesquisadores e estudantes com experiência em teatro, a oficina, conduzida pelo dramaturgo e diretor Sérgio de Carvalho, pretende acompanhar o desenvolvimento de projetos interessados em temática social
Coordenador e Professor: Sergio Carvalho – diretor da Cia do Latão
Professores: Julian Boal e Priscila Matsunaga
Período
De 14 de agosto a 13 de dezembro
Sábados: 11h – 15h
Local
Biblioteca Parque Estadual (mais…)

Veja abaixo artigo de Olivier Neveux, professor de história e estética do teatro da Universidade Lyon-II, publicado no jornal francês Le Monde.
Concernant les déceptions, la gauche au pouvoir est rarement décevante. Elle nous gratifie, chaque fois, de nouvelles abdications. Ainsi sur les questions artistiques et culturelles, il paraissait acquis en mai 2012 que le gouvernement ne pourrait que faire mieux que ceux du précédent quinquennat. (mais…)

ENTRE O TEATRO E A VIDA
AUGUSTO BOAL
(texto incluído no livro O Teatro e a Cidade, editado por Sérgio de Carvalho)
Eu vou falar do Teatro do Oprimido como um teatro limite, como um trabalho que está dos dois lados da fronteira, entre a ficção e a realidade. E vou fazer isso de uma forma aberta, inconclusa, misturando a leitura de alguns trechos de um artigo que está em esboço com o relato de algumas experiências que podem alimentar o nosso debate. Vocês olhem para mim como se eu fosse um pintor rabiscando um quadro futuro. Nas linhas gerais vocês imaginem a pintura possível. (mais…)

Cecília Boal bate um papo com Aderbal Freire-Filho

Teatro e ação social são temas da conversa sobre o dramaturgo Augusto Boal

Aderbal Freire-Filho recebe Cecilia Boal no Arte do ArtistaReconhecido internacionalmente como um dos grandes encenadores do século vinte, o brasileiro Augusto Boal definiu o teatro de várias formas: salvação, invenção do futuro, expressão natural do homem, fórum e até arte marcial.
Para falar sobre o mestre e sua obra, o Arte do Artista desta semana recebe Cecilia Boal, companheira de toda a vida, que luta, há anos, pela preservação do acervo do criador doTeatro do Oprimido, que alia teatro e ação social.
Sempre ao lado do marido, nas suas inúmeras aventuras e desventuras, ela concede uma entrevista histórica, a Aderbal Freire-Filho, rememorando momentos fundamentais tanto do teatro quanto da cultura nacional, a começar pela fundação do Teatro Oficina, na década de 1960.

Horário(s) do Programa
Nacional
Quarta à 01:30
Segunda às 23:00
RJ
Quarta à 01:30

http://tvbrasil.ebc.com.br/artedoartista

Queremos agradecer a Vivian Martinez Tabares, diretora da revista cubana Conjunto, de Casa de las Americas , o envio deste texto e de outros textos igualmente preciosos, que iremos publicando no nosso blog.

CATEGORIAS DEL TEATRO POPULAR
Augusto Boal
La continua lucha de las élites contra el pueblo determina, en el ámbito del teatro, una continua lucha de ciertas élites intectuales contra el teatro popular. Esta lucha terminará solamente con la victoria del pueblo en el ámbito más general de la sociedad.
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Querida Cecília,
Quero te dizer da minha emoção ao ler “Hamlet e o
filho do padeiro”. O livro me acompanhou dias seguidos,
principalmente quando acordava no meio da madrugada me
questionando sobre a vida, se estou no caminho certo, etc,
etc. Era muito bom então pegar o livro e ver como o Boal,
apesar de tantas dúvidas, incertezas e desvios de rota,
conseguiu construir seu caminho com uma inteireza que é
uma inspiração para todos nós.
Além disso, o livro é saboroso, dá vontade de morder
como uma fruta madura! E que delícia o humor constante,
que aparece mesmo nas situações tristes. Ele nos lembra
que a vida é essa coisa bagunçada, em que as coisas
nunca têm só um significado.
Fui lendo bem devagarzinho, mas não teve jeito, acabei
terminando. Não tem importância, ele agora vai prá
estante dos livros que releio muitas e muitas vezes, sempre
descobrindo novos sentidos para o viver.
Tenho imensa gratidão por ter convivido neste planetinha
no mesmo tempo que você e ele.
Um grande beijo,
Noni