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Dia 15 de julho será inaugurada a nova Escola de Artes Augusto Boal, em Hortolândia, Estado de São Paulo.
Agradecemos por terem compartilhado conosco esta bela homenagem!
Encontro artístico é inspirado em feira de 1968 do idealizador do Teatro do Oprimido Augusto Boal. E questiona: “O que Pensa Você do Brasil de Hoje?”

São 40 grupos de teatro em quatro dias de eventos. São músicos, poetas, artistas plásticos e coletivos de cinema. Todos em torno de uma pergunta: “O que Pensa Você do Brasil de Hoje?” Este é o mote da II Feira Antropofágica de Opinião produzida pela COMPANHIA ANTROPOFÁGICA, no evento que acontece de 04 a 07 de junho, das 14h às 22h, no Memorial da América Latina, na Barra Funda, São Paulo. (mais…)
Por Carlos Fos
El teatro independiente había alcanzado a fines de la década del cuarenta del siglo pasado un nivel de madurez, apreciable en textos como “El puente” de Carlos Gorostiza. Las disputas en torno a la posición de Barletta habían generado una diáspora del elenco del Teatro del Pueblo, que no sólo no debilitó al movimiento, sino que lo multiplicó en propuestas. En términos generales, las diversas agrupaciones que surgieron mantuvieron un posicionamiento intelectual, didactista y políticamente antiperonista. Creían en la formación integral escolástica, a partir de un sistema organizado de estudios, que no debía reducirse a técnicas o prácticas escénicas, sino que apuntaría a construcción de un hombre con espíritu crítico. Uno de los propósitos incluidos era el de poder crear un sistema que auspiciara el mejoramiento técnico y cultural de las agrupaciones teatrales. La mayor parte de los mismos, por su precariedad económica, debieron dedicar la primera etapa de construcción a solucionar problemas básicos de índole material, desde contar con un local propio hasta reunir las herramientas indispensables para concretar una puesta en escena.
Leia o artigo na íntegra aqui
Rafael Villas Bôas relata a experiência do GTO Montevidéu, apresentada no Óprima, encontro de Teatro de Oprimido que aconteceu na cidade do Porto, em Portugal, em torno do plebiscito sobre o rebaixamento da maioridade penal.
Leia o texto aqui: Teatro Jornal e Teatro Fórum GTO Montevideo
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Por Maria Rita Kehl e Paulo Fernando Pereira de Souza*
“Todas as famílias felizes se parecem, mas cada família infeliz é infeliz à sua própria maneira”. A conhecida abertura de Anna Karênina já se integrou ao senso comum entre os leitores de romances. A felicidade é um clichê; só a infelicidade é singular.
Nem sempre. Nas guerras, nas ditaduras, nas crises de desemprego, a experiência da dor também segue um padrão previsível. É o caso dos pais do adolescente assassinado depois de entregar seu celular ao assaltante; dos familiares da dentista queimada viva porque tinha pouco dinheiro no banco; dos pais do jovem atropelado e morto pelo motorista alcoolizado na Vila Madalena; dos que perderam seus filhos no incêndio da boate Kiss; dos órfãos de mulheres assassinadas por maridos ciumentos. Pensamos nas mães das periferias e favelas brasileiras: mães solitárias que insistem em ter notícias de seus filhos desaparecidos, mães de meninos anônimos mortos por traficantes ou por policiais, impunes. A infelicidade dessas pessoas tem muitos elementos em comum: desamparo, lutos irreparáveis, medo de sofrer retaliações, revolta e sentimento de injustiça – este, inconsolável. (mais…)
Via Livraria Poetria

Hilda Hilst, poeta brasileira, nasceu a 21/4/1930, há 85 anos, e morreu a 4/2/2004.
Se te pareço noturna e imperfeita
Olha-me de novo. Porque esta noite
Olhei-me a mim, como se tu me olhasses.
E era como se a água
desejasse.
Escapar de sua casa que é o rio
E deslizando apenas, nem tocar a margem.
Te olhei. E há um tempo.
Entendo que sou terra. Há tanto tempo
Espero
Que o teu corpo de água mais fraterno
Se estenda sobre o meu. Pastor e nauta
Olha-me de novo. Com menos altivez.
E mais atento.