Augusto Boal

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Programa - Primeira Feira Paulista de Opinião (dragged)
A Primeira Feira Paulista de Opinião foi produzida pelo Teatro de Arena em 1968, com direção de Augusto Boal e reuniu dramaturgos como Lauro César Muniz, Bráulio Pedroso, Gianfrancesco Guarnieri, Plínio Marcos e Augusto Boal e compositores como Edu Lobo, Caetano Veloso, Ary Toledo, Sérgio Ricardo e Gilberto Gil. Os artistas deveriam criar obras levantando a questão: “O que pensa você do Brasil de hoje?”
A peça foi submetida à Censura, porém chegou a ser apresentada na íntegra. Em dezembro é instaurado o AI-5 (Ato Institucional 5) e a repressão e censura se agravam, não sendo mais possível apresentar a Feira.
Você pode acessar o programa da Primeira Feira Paulista de Opinião com o famoso texto de Augusto Boal “Que pensa você da arte de esquerda?” aqui.

Carlos Porto foi um grande crítico de teatro, dramaturgo, poeta e tradutor português.
Augusto Boal escreve a ele em 1974 sobre a Revolução dos Cravos e a desunião da esquerda.
Na casa de Teresa Porto, viúva de Carlos e grande amiga da família Boal, está esta caricatura feita em 1995 por Mario Alberto.
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No ano de 1999 o dramaturgo Augusto Boal inaugura a sambópera, a releitura de obras operísticas da tradição clássico-romântica. Nesta releitura o dramaturgo problematiza a questão do multiculturalismo no seio da sociedade brasileira.  “A Traviata: A Metáfora do Desejo” foi encenada em 2002, no Teatro Glaucio Gil com a direção geral de Augusto Boal e a direção musical de Jayme Vignoli.
Na foto, a atriz Ana Baird em cena.
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Dia 20 de junho, terça-feira, a peça “Mulheres de Atenas” será encenada pelo grupo de teatro MOB com encenação de Margarida Barata no Museu do Aljube em Lisboa. A encenação faz parte da programação da exposição “Meus caros amigos – cartas do exílio”, de curadoria de Eucanaã Ferraz.
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Material de divulgação da peça Revolução na América do Sul, encenada em maio de 1960, escrita por Augusto Boal e dirigida por José Renato no Teatro de Arena.
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Está acontecendo em Lisboa, no Museu do Aljube, a exposição de curadoria de Eucanaã Ferraz “Meus caros amigos – cartas do exílio”. A exposição conta com fotos, cartazes e testemunhos em vídeo, além de cartas escritas por Augusto Boal no momento em que estava exilado em Portugal, entre 1976 e 1978.
Na foto Gabriel Boal visita a exposição!

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O Teatro de Arena de São Paulo publicou em 1971 o livro de Augusto Boal “Categorias do Teatro Popular” em que Boal definiu quatro categorias:

  • Teatro do povo para o povo
  • Teatro do povo para outro destinatário
  • Teatro da burguesia para o povo
  • Teatro Jornal

No capítulo sobre Teatro Jornal, Boal desenvolve 9 técnicas para utilizá-lo. Publicamos aqui o último capítulo do livro, com as nove técnicas.
 

Augusto Boal escreveu a peça “O corsário do rei” em 1985, em seu retorno a Brasil após 14 anos exilado. A peça, encenada no Rio de Janeiro, no Teatro João Caetano, suscitou intensa discussão na época, revelando as divergências da classe artística no período posterior a ditadura militar. Seguem duas reportagens que ilustram este momento.
Texto de Tarso de Castro publicado n´A Tribuna da Imprensa em 1 de outubro de 1985:
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Entrevista de Christine Ajuz e Marília Martins publicada na Revista IstoÉ em 23 de outubro de 1985:


 
 
 

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Dia 1 de junho de 2017 nos despedimos de Vanya Sant´Anna. Vânia atuou com o Teatro de Arena nas peças Tartufo, Arena conta Zumbi (foto) e Arena conta Tiradentes. Fica aqui nossa homenagem.
Foto de Derly Marques (1965).
Esta e demais fotos podem ser acessadas no banco de dados online de Augusto Boal: http://www.acervoaugustoboal.com.br/

Está acontecendo no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, a exposição Meus caros amigos – Cartas do exílio. Por lá o Educativo propôs uma atividade em que os visitantes escrevem cartas, aqui tem algumas delas!
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